domingo, 9 de julho de 2017

Pais-helicóptero’ estão criando filhos simplesmente 'inempregáveis'

 
Às vezes, a melhor forma de “estar presente” na vida dos filhos é não estar.

'Pais-helicóptero' são os pais que estão sempre girando em torno dos filhos. Praticamente os embrulham em plástico-bolha, criando uma corte de jovens adultos que têm dificuldade de ter um desempenho satisfatório no trabalho e em suas vidas.

'Pais-helicóptero' pensam que estão fazendo o melhor, mas, na verdade, estão prejudicando as chances de sucesso dos filhos. Em particular, estão arruinando as chances de que os filhos consigam um emprego e consigam mantê-lo.

"Pais-helicóptero' não querem que seus filhos se machuquem. Querem suavizar cada golpe e amortecer cada queda. O problema é que essas crianças superprotegidas nunca aprendem como lidar com a perda, com o fracasso ou com o desapontamento — aspectos inevitáveis da vida de todos.

A superproteção torna quase impossível que esses jovens desenvolvam a tolerância em relação à frustração. Sem esse importante atributo psicológico, os jovens entram na força de trabalho em grande desvantagem.

'Pais-helicóptero' fazem coisas demais pelos filhos, portanto, essas crianças crescem sem uma ética de trabalho saudável e sem habilidades básicas. Sem essa ética de trabalho e habilidades necessárias, o jovem não será capaz de realizar muitas das tarefas exigidas pelo local de trabalho.

'Pais-helicóptero' superprotegem seus filhos e os privam de qualquer consequência significativa por suas ações.
Com isso, eles perdem a oportunidade de aprender lições de vida valiosas a partir dos erros que cometem; as lições de vida que iriam contribuir para sua inteligência emocional.

'Pais-helicóptero' protegem suas crianças de qualquer conflito que possam ter com seus colegas. Quando essas crianças  não crescem, sabem como resolver dificuldades entre eles e um colega ou supervisor.

As pessoas resolvem problemas tentando coisas, cometendo erros, aprendendo e tentando novamente. Esse processo cria confiança, competência e autoestima. 'Pais-helicóptero' impedem que seus filhos desenvolvam todos esses importantes atributos que são necessários para uma carreira de sucesso.

'Pais-helicóptero' pensam que seus filhos devem vencer qualquer coisa. Todo mundo que participe de um evento esportivo deve ganhar um troféu. Todos devem conseguir uma nota de aprovação, mesmo que sua tarefa esteja atrasada ou malfeita.

Em um local de trabalho funcional, há apenas um vencedor de uma competição, e apenas um trabalho de alta qualidade é recompensado. Se as crianças crescem pensando que independentemente do que façam irão vencer, não perceberão que, na verdade, têm de trabalhar duro para conseguir ter sucesso.

Esses jovens mimados ficarão arrasados quando continuarem perdendo competições, se saindo mal em entrevistas ou sendo demitidos de seus empregos. Não entenderão quanto esforço é realmente necessário para ser um vencedor no mundo do trabalho.

Esses jovens carecem de competência e ação por nunca terem tido de resolver um problema ou completar um projeto sozinhos. Esperam que outros façam essas coisas para eles, assim como seus pais sempre fizeram. Em essência, não podem pensar ou agir por si mesmos.

A criação-helicóptero inculca uma série de atitudes negativas nas crianças.
Elas crescem com grandes expectativas de sucesso, independentemente de quanto tempo ou energia investem, e sentem que merecem tratamento preferencial — sendo que nenhum dos dois comportamentos cai bem com seus colegas ou chefes.

Em uma entrevista de emprego, os futuros empregadores podem ser dissuadidos pela atitude excessivamente egocêntrica de um jovem ou alarmados por sua falta de habilidades básicas.

A aura de ignorância e incompetência de um jovem, combinada com expectativas de recompensas imediatas e substanciais sem relação com o desempenho, pode ser o beijo da morte em qualquer entrevista para um bom emprego.

Quando os pais decidem acompanhar seu filho de 20 e poucos anos em uma entrevista de emprego, isso mina qualquer confiança que um empregador possa ter nesse funcionário em potencial. "Por que", os empregadores podem se perguntar, "alguém procurando emprego precisaria trazer a mamãe ou o papai na entrevista, a menos que esse jovem seja mais uma criança do que um adulto?".

Mesmo de pequenas maneiras, os 'pais-helicóptero' paralisam seus filhos. A criança adulta de 'pais-helicóptero' vai fazer sua pausa para o café e então sair da copa sem ter limpado sua sujeira ou lavado sua xícara. Podemos imaginar como isso causará ressentimento entre seus colegas.

Esses jovens esperam que "alguém" limpe sua coisas, da mesma forma que sua sujeira foi sempre limpada quando eram crianças. Não percebem que já não há ninguém os seguindo, limpando sua sujeira, seja física, interpessoal ou profissional.

Barb Nefer, em um artigo publicado no site WebPsychology, diz que a geração do "milênio está sendo fortemente atingida pela depressão no trabalho. Um em cada cinco trabalhadores [20%] já sofreu de depressão no trabalho, comparado a 16% da Geração X [nascidos entre 1960 e final dos anos 70] e dos 'baby boomers' [nascidos entre 1943 e 1960]".

Nefer destaca que, de acordo com um "'white paper' da Bensinger, DuPont & Associates, os 'millennials' têm desempenho inferior no trabalho e índices mais altos de absenteísmo, bem como mais conflitos e incidentes de advertência por escrito", fatores que "podem afetar o desempenho no trabalho".

De acordo com um artigo de Brooke Donatone publicado pelo Washington Post, uma nota de 2013 na revista "Journal of Child and Family Studies revelou que universitários que tiveram criação-helicóptero relataram níveis mais altos de depressão".

O artigo do Washington Post também destaca que uma "criação intrusiva interfere no desenvolvimento da autonomia e da competência. Por isso, a criação-helicóptero leva a uma maior dependência e menor habilidade de completar tarefas sem supervisão dos pais".

Às vezes, a melhor forma de 'estar presente' na vida dos filhos é não estar.

Os artigos acima deixam claro que a 'criação-helicóptero' está contribuindo para um crescente índice de depressão entre jovens bem como para uma incapacidade de ter um desempenho otimizado no local de trabalho.

Se você é um pai ou uma mãe que quer que seus filhos sejam bem-sucedidos na carreira quando adultos, precisa estar ciente de quaisquer tendências relacionadas à criação-helicóptero em você ou em seu parceiro.

Amar seus filhos significa guiá-los, protegê-los e apoiá-los. Não significa sufocá-los, superprotegê-los ou fazer tanto por eles que nunca aprendam a pensar por si mesmos, a lidar com desafios ou com o desapontamento e fracasso.

A coisa mais amorosa que você pode fazer como pai ou mãe é dar um passo atrás e deixar seu filho cair, se preocupar e resolver as coisas sozinho. Às vezes, a melhor forma de "estar presente" na vida de seu filho é não estar. É assim que você os capacita a desenvolver confiança, competência, autoestima e inteligência emocional.

Hoje os jovens precisam de pais que os ajudem a se tornar adultos úteis. Isso significa girar menos em torno deles e embrulhá-los menos em plástico-bolha e empoderá-los mais para que façam coisas por si mesmos, resolvam coisas por si mesmos e aprendam a lidar com as dificuldades, tudo por si mesmos.
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*Este texto foi originalmente publicado no HuffPost Canada e traduzido do inglês
Marcia Sirota - Psiquiatra, palestrante e coach
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domingo, 2 de julho de 2017

Depois de uma Constelação Familiar


 Durante os dias seguintes à sua constelação, você estará em um período de sensibilidade e emotividade intensificadas, com a memória e o inconsciente muito abertos, como se você estivesse energizado ou em um estado alterado de consciência. Por esse motivo, é muito aconselhável, durante estes dias, uma terapia energética (crânio-sacral, acupuntura, polaridade etc.), pois os efeitos da constelação e dessa terapia se potencializarão mutuamente.

Depois, durante várias semanas, inclusive vários meses e, em alguns casos, anos, você continuará processando a informação recebida no dia da sua constelação. Nesse período irão ser elaboradas as mudanças sistêmicas e energéticas que irão ocupar um lugar em você, em outros membros da sua família e nas pessoas que estão em ressonância com você. São mudanças muito profundas e sutis: mudanças de crenças, mudanças de energia, mudanças de "roteiro", que implicam que você irá deixar várias compensações às quais tem muito apego, que irão lhe chegar novos objetivos.

Algumas pessoas se sentem mexidas, estranhas, durante uns dias. Assim como depois de qualquer psicoterapia, atravessa a fase de mudanças com ilusão, curiosidade, paciência, senso de humor. Irá descobrir, depois, às vezes logo em seguida, que se sente fluir de um modo novo, cheio de energia e de amor por si mesmo e pelos demais.

Às vezes se produz uma resolução fisicamente dolorosa, como dores, gripe, cansaço. Cuide-se, são etapas normais de "desintoxicação".

Não tome decisões precipitadas; você gastaria em vão a energia que, pouco a pouco, vai se apropriar. As decisões virão sozinhas!

Posteriormente você irá perceber que empreendeu um giro em sua vida e que este giro fluiu sozinho, porque você já está totalmente no aqui e agora, aproveitando e desfrutando do que lhe cabe, usufruindo ao máximo de suas possibilidades. Que flua, não significa que vem sozinho; vem graças à sua entrega, ao seu novo respeito pelo sistêmico e pela vida tal como ela é, à sua tomada de consciência, à sua decisão de assumir suas responsabilidades.

A constelação continua agindo durante um tempo; é necessário dar-lhe seu espaço. E não existe regra para saber quando constelar de novo.

Os sistemas aos quais pertencemos irão enviar sinais na forma de nova dificuldade quando eles precisarem que voltemos a constelar; e, às vezes, isso acontece muito rápido. Pense que não há regra! Seu corpo, suas emoções, sua vida, irão lhe dizer quando. Alguns irão sentir a necessidade de trabalhar sistemicamente diferentes aspectos de sua vida que irão surgindo no cotidiano, e aprenderão a fazer isso sozinhos, tornando-se cada vez mais autônomos.

Enquanto isso, participar da constelação de outras pessoas é muito recomendável, sempre que você o sinta, que lhe dê vontade. Possibilita novas tomadas de consciência, novas liberações e reforço do processo iniciado.

Com o tempo, nos momentos de stress, é possível que você observe novamente reações ou sintomas que a constelação fez desaparecer. Aparecem novas camadas da cebola, mas agora você tem mais experiência; o que ainda não está liberado totalmente volta a se manifestar para uma nova tomada de consciência.

Também tenha em conta que a constelação interrompe o "motor" sistêmico, a origem de nossos problemas, e nos permite viver na energia criativa, mas o cérebro tem gravado estes velhos problemas e, em momentos de cansaço ou dor psíquica, o mesmo cérebro, buscando a economia energética, recorre ao velho conhecido, embora com menos força, mesmo que já não tenha sentido... Então, nos cabe um trabalho de purificação e aceitar-nos como somos... Também nos daremos conta que os apoios terapêuticos periódicos de todo tipo são úteis para "desgravar-nos" e manter-nos energeticamente fluidos.

Desde que Hellinger se aproximou do amor ao espírito e de seu movimento, a compreensão das constelações tem mudado. Temos nos dado conta que o importante de uma constelação é o movimento que se coloca em curso para o cliente, não a imagem final... Inclusive uma pessoa pode esquecer completamente sua constelação, esquecer as imagens da sua constelação. O movimento interno posto em marcha dentro dessa pessoa e de seu sistema familiar não precisa dessas imagens. Somos movimento...

Tomo minha vida e meu processo com amor e admiração.
Cada um de nós está a serviço da vida, 
vivendo a etapa que nos corresponde viver; 
cada um de nós é como temos que ser, 
todos juntos 
ressoando todos com todos. 
Agradeço a todos que me permitiram chegar onde estou, 
agora sei que tudo o fizeram por amor. 
Agradeço a oportunidade de devolver sua dignidade 
e seu lugar às pessoas não honradas. 
Alegro-me pelo patrimônio de humanidade 
que estou entregando às gerações futuras.
Brigitte Champetier de Ribes
Tradução: Eliana Medina, Ana Laura Gortari e Judit Miriam Scheinik
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Em um encontro de Constelações Familiares (grupo) todos são beneficiados: 
"Ao estar presente , você participa de uma grande alma que lhe abraça se você abre seu coração, se conecta com sua participação interior e se entrega com respeito aos acontecimentos." (Bert Hellinger).
Se você está apenas como participante do grupo ou representante, infalivelmente seu sistema receberá diante daquilo que você tiver ressonância. Saímos sempre renovados (menos julgamentos e compreensão das Leis do Amor) 
Dificilmente  seremos os mesmos se estivermos abertos àquilo que se mostra.
Participe dos grupos de Constelações.
Boa semana
Tais

domingo, 25 de junho de 2017

As Novas Constelações a partir do Centro Vazio



O Paradoxo

"Rejeitar algo só serve para que esse algo cresça.

Temer algo é atrair esse algo.

Somente o assentimento (reconhecer e dizer sim)(*) nos libera das cargas e permite que se inicie a mudança.

Como entender esse Paradoxo?

Nossa vida é energia, é movimento e mudança. Se fluímos com esse movimento, vamos para mais vida. Se nos opomos a ele, a mudança não chega, a estamos bloqueando.

Contudo, uma forte influência sistêmica nos leva a imitar o que já existe. O sentimento de culpa nos impede de sermos autênticos: como vou me atrever a abandonar a tradição?

Além do mais, nossa mente tem medo de mudança: agarra-se ao conhecido e quer repeti-lo várias vezes. Estamos continuamente freando a  corrente   viva  da vida  com  nossos  medos,  ilusões,
frustrações... Nos custa reconhecer que a vida está nos falando através das provas, problemas, conflitos ou acidentes. Cada dificuldade é necessária para que dela germine algo novo. Mas, para que dê seus frutos, temos que aceitar vivê-la...

Para que nossos problemas nos falem, primeiro temos que aceitá-los. Aceitar todos os limites que configuram nosso destino. Somente, então, a vida voltará a seguir seu fluxo.

No problema, está a solução, está a vida!

O que é o Destino do ponto de vista das Constelações?

Nossas vidas estão determinadas pelo nosso sistema familiar e pelos outros sistemas a que pertencemos. Uma observação sistêmica a qual não podemos ignorar é a seguinte: os menores (que vieram depois, descendentes)(*) têm que terminar o que seus maiores (que vieram antes, ascendentes, antepassados)(*) não terminaram. Toda emoção segue um ciclo que permite acabar em paz e adaptado a um nível mais alto da realidade. Se um enfrentamento não chegou à reconciliação, se não se agradeceu um favor, se não se terminou de chorar um morto, um descendente terá que viver este mesmo conflito, até que se resolva. Nosso destino está marcado por várias fidelidades a ancestrais que não acabaram algo. E seus conflitos serão nossos conflitos, mesmo que nos neguemos a assumi-los.

A cada dia nosso destino varia, se torna mais fácil quando assumimos algo e piora quando o rejeitamos.

Por isso que o primeiro requisito antes de se configurar uma constelação é assentir ao que nos toca e nos responsabilizarmos pelas consequências de todos os nossos atos, emoções e pensamentos.
O que constelar?

O que é o essencial para mim atualmente?

No caminho da vida que sigo, o que é que realmente preciso?

O que é que tento várias vezes e não consigo?

Existe um padrão de repetição em minha vida, nas minhas atitudes, nas minhas escolhas?

Algo aconteceu, algo que não posso integrar?

A constelação não vai
além do que a pessoa oferece. No equilíbrio entre dar e receber, a pessoa assume e agradece sua vida tal como ela é, e a vida irá lhe presentear com uma mudança. A mudança será proporcional ao que nós liberarmos por amor!

O constelador não é o curador; ele apenas se coloca a serviço do seu destino, do seu sistema familiar e da energia, permitindo que outras forças (movimento do espírito, forças de cura, ressonância etc.) trabalhem fazendo emergir uma nova realidade da sua própria vida

Esse movimento de cura respeita o livre arbítrio da pessoa e não irá além do quanto ela se rende ao amor, à aceitação e ao respeito.

Por outro lado, não existe cura individual: a cura é de todos. A solução é necessariamente uma solução boa para todos. Por isso, não podemos esquecer os detalhes do que queremos conseguir. Somente as forças de cura sabem qual pode ser a solução boa para nós. E nossa abertura à vida, tal como ela é, irá permitir que se desenvolva uma solução totalmente inesperada e boa para todos.

Os que querem controlar o curso de sua vida, o fazem durante um período e logo o controle necessariamente lhes escapará; e irão viver a polaridade do seu controle.

O constelador não vai se fazer de pai nem de mãe, não é um protetor, nem é um mago: não pode mudar meu destino, nem me liberar de minhas responsabilidades ou de minhas  culpas. 
Tampouco vai poder transformar meus sonhos em realidade. Só vai se centrar, permitindo que o cliente se conecte com seu próprio centro vazio. Aí reside toda a cura!

Na Nova Constelação Familiar, veremos um fenômeno duplo:

Diante do cliente e do constelador vão se manifestar as dinâmicas ocultas que governam a vida do cliente como membro de distintos sistemas.

Os pequenos (descendentes)(*) estão a serviço dos maiores (ascendentes)(*). Nós, os vivos, estamos a serviço dos mortos. Assim que aceitamos esta hierarquia e este serviço, os mortos passam a nos ajudar, permitindo que nossa vida tome um novo rumo.

Aparecem as desordens dos campos(1) (relação de casal, relação com os filhos, relação com os pais etc.) aos quais o cliente está vinculado.

E começa a se manifestar um movimento de reconciliação(2) entre os ancestrais, que vai até onde a atitude interna do cliente o permita.

E, por sua vez, este movimento de reconciliação libera o cliente de sua intrincação (emaranhamento)(*).

O que ocorre entre cliente e ancestrais é totalmente circular, sistêmico.

O cliente está conectado com o campo energético no qual se desenvolve a constelação. O cliente está em interação recíproca com esse campo. Guiado pelo constelador, irá fazendo, internamente, afirmações curadoras, reconhecendo, sem medo, o que existe (sigo você na morte, pago por você etc.) e tomando decisões conscientes (me despeço de você, deixo a culpa com você, honro você etc.) que irão atuar sobre o desenvolvimento da constelação, pois o movimento do espírito mostra o caminho ao cliente, mas não o obriga a tomá-lo se ele não se decide por isso.

Quando acaba a constelação, o constelador se retira e se esquece, deixando o cliente com toda sua força e sua nova autonomia, totalmente aberto à vida e à sua nova consciência."
Brigitte Champetier de Ribes
Tradução: Eliana Medina, Ana Laura Gortari e Judit Miriam Scheinik