domingo, 9 de dezembro de 2018

Como pode manifestar-se em mim, "algo" de meus antepassados?

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"Como a memória transgeracional passa de uma pessoa para outra... Como ocorre toda esta dinâmica????



Não sabemos. Esse ''saber'' extraímos diariamente da experiência e não da análise cartesiana. É observável pelos efeitos. Mas não sabemos sobre os mecanismos (passo-a-passo).

Assim como a Lei da Gravidade. Só conhecemos a gravidade pelos efeitos (objetos caindo). Mas nem os físicos conseguem explicar a gravidade em sua completude. Pela observação conhecemos suas forças, contudo.

Por isso encaixamos as Constelações Familiares nas palavrinhas empírico e FENOMENOLOGIA (observamos fenômenos naturais da consciência sapiens).

Mesmo sem explicar tim tim por tim tim como funciona um smartphone, usamos um todos os dias. Mesmo sem entender tim tim por tim tim o funcionamento do carro, usamos um todos os dias.Mesmo sem saber muito bem como funciona a consciência sapiens, usamos a nossa todo santo dia. Estamos mergulhados na consciência arcaica e no nosso psiquismo (mesmo que racionalmente não nos expliquemos muito bem e vivamos conflituados).

Há teorias, entretanto, que tentam abarcar esse fenômeno de consciência sapiens.

Os espiritualistas põem na conta dos espíritos ou de forças divinas. Os estudiosos do subatômico põem na conta da quântica. Os biólogos põem na conta dos campos mórficos. Os antropólogos/ sociólogos põem na conta da história de nossa espécie e de toda psicologia sapiens aí envolvida na evolução (consciência de grupo, por exemplo). E devem haver muitas outras.

Enfim, mas no fundo não se explica esse fenômeno que vemos na Constelação Familiar cartesianamente. Há hipóteses como eu disse; mas por hora nos resta apenas observamos fenomenologicamente e vivenciarmos empiricamente (via experiência) o ''como'' lidamos com nosso dia-a-dia e nossas questões humanas.

Ainda estamos na mudança. Impermanência."

Isabela Couto - https://isabelacouto.com/atendimento-cf-e-psicanalista/
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Os escritos da Isabela são como luvas, que se encaixam perfeitamente nas dúvidas dos clientes.
Eu como psicóloga, há uns anos atrás colocava a Constelação Familiar como uma forma de psicoterapia. Hoje isso está em transformação.
Antes eu as auxiliava com uma psicoterapia - e recebia pessoas doentes tanto física como emocionalmente. E nisto inseria a constelação e obtinha bons resultados.
Antes eu percebia o cliente como alguém que estava mal, um 
"necessitado", digamos assim.
Hoje não mais. A partir do momento que estudei sobre as Leis do Amor segundo Bert Hellinger (http://taispsi.blogspot.com/2016/09/as-ordens-da-ajuda-segundo-bert.html), passei a estudá-las profundamente e percebi que ao "ferir" essas leis, naturalmente vamos para algum tipo de dificuldade ou sintoma.
A constelação nos mostra, através dos representantes, que a ela está em conexão com o campo sistêmico do cliente ( sua família de origem, antepassados ...) , assim como em conexão com os movimentos da alma. E ela nos mostra a resposta.
Eu sou , dentro do sistema do cliente que trouxe uma questão, a menos importante, pois , na ordem, eu cheguei depois da família dele.
E assim posso seguir, facilitando esta descoberta de Bert Hellinger chamada Constelações Familiares.
Boa semana e fiquem no amor e no respeito por toda sua ancestralidade.
Tais

domingo, 2 de dezembro de 2018

Fluindo com o Rio da Vida

Imagem relacionada
A cada instante de nossa vida podemos escolher entre a flexibilidade ou a rigidez. Se vamos fluir com a correnteza ou nadar no sentido contrário a ela, opção que nos trará certamente muito cansaço e dor.

A imagem que associa o correr de nossa existência com a de um rio fluindo calmamente, tem sido utilizada por muitos Mestres, inclusive Buda, pois ela é perfeita para demonstrar que existe um ritmo na natureza, que é constante, mas relaxado e sem pressa.

Nós, seres humanos, ao contrário, estamos sempre tentando apressar o curso dos acontecimentos, ansiosos por ver nossos desejos satisfeitos o mais rápido possível.

Não percebemos que esta atitude, ao invés de atrair o que desejamos, parece afastar ainda mais de nós a concretização de nossas metas. Aprender a fluir com o rio da vida de modo tranqüilo e confiante é uma lição essencial, para quem busca a paz interior.

Quando percebemos, finalmente, que a entrega e a confiança são as armas mais eficazes para trazer a nós o que precisamos, nos surpreendemos ao constatar como uma descoberta tão simples, pode se ocultar de nós, por tanto tempo.

Enquanto vivemos sob o domínio da mente racional, que acredita poder determinar o ritmo dos acontecimentos de acordo com a nossa vontade, seguimos ignorando esta harmonia oculta, que rege a existência.

Ela não segue nenhum ditame determinado pelo ego, mas tem sua fonte na infinita sabedoria da criação. Tomar consciência desse mistério é a chave que nos ajudará a fluir de modo confiante e sereno, com a corrente da vida.

" O trabalho do meditador: encontrar o fio.

O mundo está em constante fluxo, ele é como um rio. Ele flui, mas por trás de todo esse fluir, mudança e fluxo, deve haver um fio comum que mantém tudo unido. A mudança não é possível sem algo que permaneça absolutamente sem mudar. A mudança pode existir somente junto com um elemento imutável, ou as coisas se desintegrariam.

A vida é como uma grinalda: não se percebe o fio que corre através das flores, mas ele existe e as une. Se o fio não estivesse presente, as flores cairiam cada uma para um lado; haveria um amontoado de flores, e não uma grinalda. E a existência não é um amontoado, é um padrão muito bem enredado. Mudanças estão ocorrendo, mas algum elemento imutável mantém uma lei cósmica por atrás de tudo. Essa lei cósmica é chamada de sadashiva, o Deus eterno, o Deus atemporal, o Deus imutável. E este é o trabalho do meditador: encontrar o fio.

Existem somente dois tipos de pessoas. 

Um deles é o que fica muito encantado com as flores e se esquece do fio. Ele vive uma vida que não pode ter qualquer valor durável ou significativo, porque tudo o que ele faz se desvanecerá. Hoje ele o fará, amanhã se dissolverá. Será como fazer castelos de areia ou lançar barcos de papel. 

O segundo tipo de pessoas procura o fio e devota toda a sua vida àquilo que sempre subsiste; esse nunca será um perdedor... É uma grande aventura além do tempo, além do espaço; e esse além existe dentro de você."
OSHO, Believing the Impossible before Breakfast.
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Para completar esta  trago algo de Bert Hellinger (do livro - No centro sentimos leveza, Bert Hellinger, Cultrix, p.53) , dentro do contexto das Constelações Familiares e Organizacionais - sobre "acolher" tudo o que nos acontece, da forma que é... independente de nossos conceitos de "bom ou ruim". Afinal , nas constelações podemos perceber que "tudo está a serviço de algo maior, e, portanto, tudo está certo". 
Acolhendo desta forma a vida torna-se mais leve e ela (a vida) pode fluir...como um rio... sem precisarmos usar da "força" pra ser como nosso ego quer!
Liberdade 

"Um discípulo perguntou a um mestre: “Diga-me, o que é a liberdade?”

“Que liberdade?”, perguntou-lhe o mestre. “A primeira liberdade é a estupidez. Lembra o cavalo que relinchando derruba o cavaleiro, só pra sentir depois o seu pulso ainda mais firme.

“A segunda liberdade é o remorso. Lembra o timoneiro que, após o naufrágio, permanece nos destroços em vez de subir no barco salva-vidas.

“A terceira liberdade é a compreensão. Assemelha-se ao caule que se balança com o vento e, por ceder onde é fraco, permanece de pé.”

“Isso é tudo?”, perguntou o discípulo.

O Mestre retrucou: “Algumas pessoas acham que são elas que buscam a verdade de suas almas. Contudo, é a grande Alma que pensa e procura por meio delas. Como a natureza, ela pode permitir-se muitos erros, porque está sempre e sem esforço substituindo os maus jogadores. Mas àquele que a deixa pensar ela concede, ás vezes, certa liberdade de movimento. E, como um rio que carrega um nadador que se deixa levar, ela o leva até a margem, unindo sua força à dele.” "

Boa semana, lembrando que teremos grupo de Constelações, neste sábado - 8 de dezembro - em Curitiba.
Você é meu convidado para conhecer/participar deste  trabalho que está  a serviço da Vida. Segue abaixo as informações.
A imagem pode conter: oceano e texto


domingo, 25 de novembro de 2018

Constelação Familiar - a cura de um sintoma

mulher-cidade
Em um estudo extraído do livro de Stephan Hausner ( referência sobre o livro e o autor estão ao final do estudo) a cliente relata sua sessão de Constelação familiar e como o sintoma existente regrediu até seu desaparecimento.

"A paciente alemã vive a 18 anos em Barcelona e está casada com espanhol. Eles têm um filho de 4 anos. Há muito tempo ela não tem certeza se deve ou não separar-se do marido e voltar para Alemanha.

Nessa situação tensa ela desenvolve uma infecção crônica dos seios maxilares e frontais, que vem resistindo a ingestão de vários antibióticos. Em 2 de fevereiro de 2005, a paciente precisou ser operada porque a inflamação estendeu-se os canais auditivos, com um sério risco de encefalite.

A cirurgia e uma subsequente terapia intravenosa com penicilina impediram a progressão da enfermidade, sem que se obtivesse a cura. Em março de 2005, os sintomas voltam a agravar-se e a paciente comparece a um seminário de constelações em Barcelona, sentindo forte dores de cabeça e uma crescente sensibilidade à luz.

Decidi fazer a constelação da doença com a inclusão do conflito atual da paciente. Os sintomas regrediram duas horas depois da Constelação, e a paciente enviou-me um agradecimento. Posteriormente pedi-lhe que escrevesse um relato pois já não me lembrava bem dos detalhes da Constelação. Eis o relato da paciente:

Explicação:
Nesta introdução, Stephan Hausner estabelece qual a questão que está sendo trazida pela cliente e quais são suas primeiras percepções de como proceder com a constelação. Em seu livro, ele deixa claro sua posição – que também seguimos – de que a Constelação Familiar é um auxílio e não substituto para o tratamento tradicional, conduzido por especialistas. Dessa forma, ele acredita que quando possível, a Constelação de doenças e sintomas de saúde liga o paciente com o estado interno de cura, otimizando os resultados conquistados pelo tratamento tradicional.

A volta para casa

A questão original que eu esperava esclarecer com a ajuda de uma constelação era se eu deveria ceder ao meu crescente desejo de retornar à Alemanha e, em caso afirmativo, como poderia dar esse passo.

Devido a uma nova piora do meu estado de saúde, releguei minha intenção ao segundo plano. Assim, quando fui informada de um seminário de constelações para doentes, espontaneamente me inscrevi para ele.

Durante a participação no grupo, piorou muito o meu estado físico, e minha questão ficou reduzida ao intenso desejo de curar-me, inclusive permanecendo na Espanha, se fosse preciso.

Antes de fazermos a constelação, descrevi inicialmente minha atual situação de vida e você me interrogou sobre acontecimentos especiais na minha família de origem. Tenho uma irmã mais nova e uma meia-irmã apenas um ano mais velha do que eu.”

Um caso na Suécia

“Meu pai e minha mãe se conheceram muito jovens, foi o seu primeiro amor.

Quando já tinham seu relacionamento firme há vários anos, meu pai viajou com uns amigos, uns soldados americanos que depois da guerra ficaram estacionados perto de sua cidade. Foram passar o natal na Suécia, onde dois americanos tinham namoradas firmes.

Os soldados regressaram um dia antes do meu pai, e le teve com uma das mulheres um “encontro” único que marcou seu destino, porque essa noite foi concebida minha meia-irmã.

Quando meu pai soube da gravidez, não admitiu a idéia que poderia ser o pai da criança. Achou natural presumir que o pai deveria se o americano com quem a mulher se relacionava. Para ele sempre foi claro que devia permanecer com a minha mãe.

Sua “escapada” permaneceu em segredo até que minha meia-irmã, então com 36 anos, procurou seu verdadeiro pai e o encontrou.

Desde então, mantenho regularmente um bom contato com essa meia-irmã, embora não muito frequente, porque ela mora nos Estados Unidos e nós na Europa.”

A constelação

“Em primeiro lugar, fui solicitada a escolher representantes para mim e para a doença. As representantes se rodeavam, mas minha representante manifestamente se afastava da doença e recusava o contato com ela.

Depois de algum tempo você me pediu que acrescentasse representantes para a Espanha e a Alemanha.

Minha representante se aproximou imediatamente da representante da Espanha e se apoiou nela pelas costas. Então a representante da doença deu três passos para trás.

Explicação:
É comum durante o atendimento da Constelação, a postura dos representantes mostrarem aspectos profundo da relação do cliente com coisas que vemos como inanimadas ou que não imaginamos uma correlação direta. Neste caso, é interessante notar como a cliente estava conectada com a Espanha (um país que, ao final da descrição deste caso você compreenderá que tinha uma ligação com a história de sua família). Vemos, em muitas constelações como, muitas vezes, os descendentes de pessoas que imigraram ainda se mostram conectados com acontecimentos e raízes que ficaram lá no país de origem.

Você não confiou nessa retirada da doença, e precisei introduzir representantes para minha mãe e meu pai e ainda, nos passos seguintes, para a mãe da minha meia-irmã e, finalmente, para minha meia-irmã.

A representante de minha mãe não sentia ligação com nenhuma das pessoas consteladas. Minha mãe tinha perdido o pai aos 2 anos de idade e sua representante parecia estar presa a este trauma prematuro.

Entregar a quem pertence

O representante do meu pai não deixava transparecer seus sentimentos por ninguém e olhava para a imagem da constelação com um olhar desafiador. Minha meia-irmã e a mãe dela estavam com muita raiva dele.

Nesse ponto tive de entrar pessoalmente na constelação, e fui colocada a uma certa distância da minha meia-irmã.

Imediatamente comecei a chorar, sentindo uma mistura de alívio e alegria de vê-la, mas também tristeza por causa de sua longa ausência.

Foi ainda colocada junto de nós uma representante da minha irmã mais nova, e você nos virou, afastando-nos do nosso pai, o que me proporcionou muito alívio. Eu tinha dado um lugar a minha meia-irmã, tomando o lugar do meu pai, por assim dizer, e assumindo uma responsabilidade que cabia a ele.”

Explicação:
É possível perceber aqui a dinâmica da quebra da ordem no sistema, que é quando alguém de uma geração posterior tenta compensar algo feita por alguém de uma geração anterior. Nesse caso, a cliente se dá conta que toma uma questão que era de seu pai para si, em um movimento que ela experimenta como um peso para sua vida.

Lealdade e arrogância

“Percebi então que deveria abrir mão dessa responsabilidade e entregá-la a meu pai, pois ele precisava carregar isso sozinho. Eu me virei várias vezes na direção dele, e imediatamente voltei a sentir a lealdade que me era familiar.

Mesmo sabendo que o certo era afastar-me, era difícil para mim deixá-lo “só” com essa responsabilidade.

Como imagem final lembro-me apenas de que nós, as três irmãs, ficamos juntas e com uma boa ligação, a uma certa distância do nosso pai e representante da doença formavam um grupo separado que olhava com interesse.

Explicação:
A frase da cliente “mesmo sabendo que era certo me afastar, era difícil para mim deixá-lo só” mostra as forças que atuam nas crianças dentro do amor e da lealdade familiar, que Bert Hellinger fala em seus textos e que se mostra verdadeiro na vida dos clientes. A cliente em questão não é mais uma criança, porém percebemos em nossa experiência que na alma a postura interna é a mesma: desejamos resolver os problemas de nossos pais.

Já não me lembro onde ficavam os representantes da Alemanha e da Espanha. O que entretanto jamais esquecerei foi quando você disse que eu teria ido para a Espanha para salvar a minha vida, e caso a deixasse, deveria fazê-lo com uma profunda gratidão.

No mesmo dia minhas dores de cabeça cessaram e o meu nariz começou a escorrer. Assim continuou por duas semanas e depois disso fiquei de novo curada.

Nessa época decidi voltar com meu filho para a Alemanha. Combinei com meu marido um tempo de separação. Mantínhamos regularmente um bom contato e começamos a fazer terapia de casal.

Hoje vivemos juntos na Alemanha e temos mais um filho. Durante essa gravidez houve um leve retorno da sinusite frontal e maxilar, que entretanto foi possível controlar com um tratamento homeopático.”

Resultados

“Um resultado importante e duradouro para mim foi ter reconhecido,com a ajuda do seminário de constelações, que o meu difícil relacionamento com a minha mãe decorre, entre outras causas, da minha lealdade para com meu pai.

Essa lealdade foi rompida no momento em que entrei na constelação e olhei nos olhos da minha meia-irmã. Sinto que foi realmente importante e salutar para mim ter conseguido sem remorsos uma boa relação com minhas irmãs e ter podido deixar o peso com os meus pais.

Somente dois anos depois da constelação vim a saber, de repente, que a história da minha meia-irmã começou na Espanha.

Explicação:
Essa é a força que move nossa vida. As muitas “coincidências” que movem a Constelação Familiar e que também foram abordadas por Anne Ancelin na Psicogenealogia. 
Devemos compreender que “a gente não sabe que sabe”. Essa afirmação da cliente deixa isso claro. O quanto estamos expostos ao campo da nossa história familiar, e como ele atua no nosso movimento na vida.

Seis meses antes da viagem à Suécia, meu pai e seus amigos conheceram as suecas quando desfrutavam das férias de verão em Tossa, um lugar a apenas 80km de Barcelona.

Os dois americanos começaram então a namorá-las, e no natal do mesmo ano, meu pai viajou com eles para a Suécia. Será essa a origem do desejo de ir para a Espanha desde menina?”"

Fonte:https://iperoxo.com/2018/04/03/sinusite-um-estudo-de-caso/?fbclid=IwAR1lKCaVyykPf1mEfPt3pYC0-gUadbYWnurD_2mlfAfp98eIOiOmE_EgFRA
Stephan Hausner é um dos maiores especialista em Constelação Familiar de sintomas e doenças. Seu livro “Constelação Familiar e o caminho da cura” é referencia no estudo dos processos que investigam a origem dos sintomas em nossa saúde. Ele é Alemão, nascido em Munique em 1963 e atua profissionalmente desde 1988. Formou-se em Constelação Familiar com Bert Hellinger. 


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Importante destacar que , na maioria das vezes, ignoramos em âmbito consciente, o que se passa em nossa vida. A Constelação acessa, através do "campo", os emaranhamentos aos quais estamos vinculados.
E na verdade o cliente sempre tem as repostas - ele apenas não sabe que sabe - ou seja, não está consciente. 
Nós terapeutas facilitamos através das  constelações, para que o inconsciente se mostre, podendo assim, incluir aquilo que está excluído, desequilibrado ou em desordem no sistema familiar do cliente.
Excelente semana, agora "de posse" dessas informações que podem abrir muitos caminhos para as soluções em sua vida.
Taís 
(Psicóloga - CRP 08/1336 e Consteladora Sistêmica Familiar e Organizacional)