domingo, 15 de dezembro de 2019

O cansaço e as novas frequências

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Já estamos entrando na era da Ciência Quântica.

O cansaço e as novas frequências:

O cansaço físico que estamos sentindo é devido às novas frequências eletromagnéticas inteligentes que estão chegando do Sol Central. Estas estão mexendo radicalmente em nossas estruturas físicas, emocionais e espirituais. Como se fôssemos apenas um aparelho de celular ligado a uma bateria de um imenso navio. Há muita energia vindo do mundo espiritual. Sendo assim, há a necessidade de estabilização.

 O QUE FAZER?

Mentalmente:
Vibrar em alta ressonância, de preferência na mais alta energia possível, a energia da gratidão, da compaixão, da generosidade, da benevolência e do compartilhamento mútuo das ideias.

Evitar julgamentos alheios, pois não sabemos realmente o que cada um veio passar nesta vida.

Elevar o pensamento para coisas nobres, ao invés de continuar compartilhando notícias fúteis e terríveis que teimam em multiplicar pela televisão e mídias sociais. Faça diferente, encontre coisas boas nas pessoas e nas situações, elas existem, mas estão sendo esquecidas.

Pare de reclamar e comece a agradecer, a gratidão é a energia que moldará o novo mundo. Quando um pensamento ruim vier, compreenda-o e imediatamente neutralize com outro superior e positivo.

Quando um problema vier a sua mente, transmute a informação, procurando imediatamente a solução e foque nesta. Mude o foco, encontre coisas belas em você, em seu comportamento, pare de se mutilar energeticamente, pois todos nós temos coisas boas e virtudes.

Fisicamente:
Fazer exercícios calmos e concentrados, emitindo, ao mesmo tempo em que os faz, ondas azuis para todos os locais onde sente supostamente dor, desconforto ou fadiga muscular, transformando um simples exercício de alongamento e fortalecimento em um exercício vibracional quântico intensificado.

Beber bastante água mineral, de preferência aquela que sai direto das pedras , pois traz fragmentos minerais puros do centro da montanha, rochas e cristais.

Evitar alimentos industrializados e com condimentos exagerados.

Coloque para dentro do seu corpo coisas bonitas, saudáveis e que possuem vida. Tomar sol e agradecer enquanto faz isso. Mergulhar na água do mar ou na água de rio corrente para entrar na frequência nova da Natureza.

Espiritualmente:
Prestar atenção na intuição, pois esta está chegando com força e é a primeira informação que chega do mundo espiritual para adentrar em sua mente. Ouvir uma música boa, aquela que faz os pelos do seu braço arrepiar, pois esta é capaz de produzir a ressonância com seu espírito.

Prestar atenção nas inspirações, pois elas vêm pura e simples, caso contrário, não conseguimos anotar o que é recebido ou fazer no exato momento em que ela chega, perdemos o contato e o espírito demora para trazê-la novamente. Inspiração é algo que seu próprio espirito lhe envia, não é um espirito terceiro ou uma amparador, é você mesmo em manifestação futura e dimensão divina tentando conversar consigo mesmo.

Relacionamentos:
Não precisa mais gritar com ninguém, seu coração já não suporta mais gritos e discussões, ele só quer harmonia e entendimento, a época dos sofrimentos terminou, quem ainda continuar nesta ideia passará por grandes provações. Se for preciso se posicionar, posicione-se e faça o que precisa ser feito.

Trabalho:
Seu espirito não está mais querendo fazer o que não faz sentido e não preenche o seu propósito de vida. Ele está forçando-o a entrar com força total no seu centro de sinergia, aquele que sintoniza com as forças que vêm do Universo. Se não mudar ou melhorar sua relação com seu trabalho, sua vida vai ficando cada vez mais vazia, mesmo que através dele receba bastante dinheiro, nada disso poderá dar um sentido real para a sua existência daqui em diante. 

Não se preocupe em encontrar o novo mundo, ele não é um lugar, mas sim uma frequência, um estado vibracional em que todos podem estar, se assim o desejarem.

O estado da gratidão pura e silenciosa.

Sintonia é o caminho, sintonia consigo mesmo.

Essa é a verdadeira espiritualidade que os mentores desejam de nós, pois estando completos e conectados, estamos em plena Sintonia com o Todo.
Texto recebido via e mail ( sem autoria)
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domingo, 8 de dezembro de 2019

Aprendendo a abrir o coração para a profissão

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"Talvez você acredite na falta de cliente. Não tem pra todo mundo. Tem gente que tem sorte de ter cliente, mas eu… eu não! Afinal, aí está a crise. A concorrência. Ahhh… já sei. É que o outro gasta uma fortuna com publicidade, e eu não! Preciso fazer um trabalho melhor. Atender melhor. Encantar meu cliente. Ter o melhor preço. Pois cliente tem sempre razão!

Já acreditei em todas estas besteiras. Fui ensinado a ser pobre. Meus avós me ensinaram direitinho que a vida é dura, o pobre trabalha e o rico (que no fundo é um tipo de monstro) fica com o lucro. Fui educado pra ser fracassado. Meu pai, talentoso e com empregos maravilhosos, jogou tudo fora através de uma vida de álcool, mulheres, cigarros e muita cultura. É charmoso isso… o culto derrotado! Eu achava demais! Sério mesmo, e até hoje acho isso meio charmoso. Só não percebi que, ao montar o meu negócio, estava envolvido até o pescoço com o passado familiar, as emoções mal resolvidas e as crenças distorcidas sobre prosperidade. Fui programado para fracassar e ainda mais, curtir com isso. Dá um tesão enorme ser derrotado. É charmoso… Pelo menos eu lutei bravamente!

E lógico: não tem cliente pra todo mundo. E é preciso trabalhar duro! Gente… quanta asneira! Passa a régua. Vamos falar de empreendimento, sim, mas vamos falar de espiritualidade… E para eu falar de espiritualidade, sou obrigado a falar, em primeiro lugar, de controle mental. Afinal, em algum momento, tive que perceber que eu não sou o monte de idéias sobre riqueza e pobreza, fracasso e sucesso, esforço e confiança. Deixa eu respirar. Um, dois, três, quatro…

Querido, não sei você, mas minha mente é uma colméia de idéias e emoções. Passam zilhões de pensamentos, idéias geniais pululam como sapos felizes na lagoa em noite de lua cheia. Se eu ganhasse por idéias, estaria sentado ao lado direito do Bill Gates. 

Mas em alguma esquina da minha jornada espiritual, descobri que não sou minhas idéias. Descobri que o ego é somente um enfeite, um disfarce, que encobre minha verdadeira essência. O ego, cujo instrumento principal é a mente, recheada de pensamentos e centenas de estratégias, alimentada por emoções vorazes em busca de prazer, reconhecimento, e fugindo da dor, acaba fazendo acreditar que sou eu o cara que constrói o sucesso. Ford construiu um grande império. Gates auxiliou toda a humanidade e por isso ganha muito. Abílio Diniz é um empreendedor de mão cheia! Sim, sim, sim… não posso tirar os méritos dos grandes empresários, dos gigantes construtores, daqueles que sabem fazer negócio. Mas na verdade, não me interessam eles. Nem um pouco. 

Estou falando de espiritualidade, de consciência. Estou falando em trabalhar com a alma, fazer um negócio onde você se sinta preenchido. Eu estou falando do aqui e do agora. Estou falando em trabalhar em nome daquilo que você considera mais sagrado. Pode chamar de Deus, ou chamar de consciência. Ou quem sabe, sabedoria universal. Tanto faz. E pode crer, irmão, você só está vivo porque dentro de si pulsa uma vida que não foi você quem ativou e nem será você a exterminá-la. Mesmo que você morra, esta vida continua por aí. Seu ego desaparece, aquilo que você pensa que é, que construiu, seu nome, sua família, seus feitos e seus fracassos, tudo isso desaparece. Mas a vida continua.

E vou dizer mais: se você faz um empreendimento, não é você quem está fazendo. É somente esta vida que está se manifestando em forma de empreendimento. Que um dia vai desaparecer também. Você é um instrumento dessa vida. Só isso. E isso já é muito. Por isso, você não pode ser bem sucedido. Nem mal sucedido. Toda questão é afinar o seu instrumento para tocar a maior e melhor sinfonia que você conseguir. Do jeito que você é, sem imitar ninguém. Eu tive que fazer isso, e estou fazendo isso. Afinando o instrumento. Isso quer dizer: tirando a caca da mente. Monte de idéias que impedem que eu possa simplesmente servir. Eliminando a programação do passado que me levava ao fracasso, ao esforço, à luta. E eliminando a programação que faz com que eu queira atingir algo, uma meta. Pra que isso? Só pra ficar ansioso com aquilo que eu não conquistei? Mas nem sempre foi assim.

Durante cinco anos, tive um empreendimento onde tentei criar um modelo: alto padrão de atendimento, bom produto, local privilegiado e de bom trânsito, muita propaganda, simpatia… tudo que a cartilha manda. Mas só tinha um problema: eu tinha medo do cliente. Sentia-me cobrado por ele. Nunca achava que meu preço estava correto, e a tendência era colocar pra baixo. Não reconhecia o meu valor. Lógico, a coisa não andava. 

Perdi muito dinheiro. Gastei o dinheiro da mulher. Não cheguei a falir… só percebi que tinha algo errado, muito errado com tudo isso, e resolvi olhar dentro de mim. Já que fora, estava tudo aparentemente certo. E então fui descobrindo minha raiva do passado, a sensação de ter sido rejeitado quando criança, a competição extrema que tive com meu irmão mais velho, que era sempre mais valorizado… E o meu apego à charmosa figura do guerreiro romântico e derrotado do papai. Estudando a mente, descobri que tracei cuidadosamente um plano para dar tudo errado. Crescer até certo ponto, para depois cair. E assim ser reconhecido como um mártir. Quem sabe, ganharia o carinho que eu tanto queria, quando criança…

Comecei a reestruturar tudo. Limpar tudo. Conceitos, crenças, emoções. Faxina geral. Eu já era espiritualista, e sempre acreditei em algo maior que guia tudo isso. Mas precisei sentir-me totalmente inútil e fracassado para abrir uma porta e permitir que Ele, a minha idéia de Deus, pudesse, finalmente, começar a agir. Enquanto o eu, o ego lazarento, achava que estava no comando, tudo bem! Fui seguindo, aos trancos e barrancos, até chegar a lugar nenhum. Os bons conceitos de empreendedorismo que aprendi de nada serviam, porque minha alma estava impedida de se manifestar, já que minhas idéias e emoções distorcidas mandavam… Ahhh… nada como beijar a lona para começar a se abrir para a fé. E então Deus colocou alguém ao meu lado que mostrou que a mente deve andar em segundo plano quando se trata de missão profissional.

Desde então, o meu principal aprendizado está sendo observar a surpreendente trajetória da minha colega, a terapeuta Theresia Spyra. Venho readaptando muito os meus conceitos de espiritualidade no trabalho, marketing, divulgação e planejamento, observando o seu jeito espiritual, intuitivo e muitas vezes aparentemente aleatório de proceder em relação a projetos profissionais. 

Que planos, o quê? Deus é quem planeja. E eu sigo. Trabalhar duro? Que isso! O meu trabalho é estar conectada! Mesmo que tenha que meditar quatro meses pra isso… Só para esclarecer, embora não fosse necessário, Theresia tem formação como economista e analista de sistema, e teve uma carreira como executiva e empreendedora… até que decidiu se entregar ao caminho do coração… isso quer dizer que ela não é simplesmente uma visionária amalucada…

Com ela, aprendo que não é preciso lutar pelo cliente. Eu e ele somos um só. Aceito que ele venha, e aceito que ele se vá, da mesma forma que aceito que meus pensamentos venham e se vão. Preparo-me para fazer o melhor quando ele vem. E permito que ele se vá, quando for o tempo.
Para que reter? Eu e ele somos um só. Quanto mais deixo de rejeitar partes de mim, quanto mais permito que internamente, eu seja exatamente do jeito que sou, abro-me para que os clientes também “deixem de me rejeitar”, quer dizer, abro-me para que eles surjam, me procurem… 
Quanto mais aceito que está tudo ok dentro de mim, e sei administrar o que ainda não está ok, mais facilidade tenho em atender, lidando com os problemas do cliente e possíveis conflitos. Não há culpa, nem necessidade de ajudar. Quanto mais sou verdadeiro comigo mesmo, aceitando meu lado luz e meu lado sombra, mais transparente sou ao meu cliente, e assim posso renunciar à falsa postura profissional, à máscara de especialista, e ao peso que isso representa: ter que fingir algo, escondendo meus sentimentos, enquanto atendo. Inicia-se um novo nível de trabalho: o trabalho consciente, onde existe um fluxo de paz, amistosidade, autenticidade e troca.

É um processo. É importante assumir a responsabilidade neste processo. E dar um passo."
Alex Possato
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Bom dia meus queridos amigos aqui do blog!
De volta de um mês de muita aventura, revisão de conceitos , restabelecimento da ordem e um olhar amoroso sob meus ancestrais (estive na Itália)...voltei!
Este artigo acima (como sempre Alex Possato impecável nas percepções), retrata muito da vida dos clientes, amigos, vizinhos, conhecidos, eu...
Somente quando nos colocamos " à serviço de algo maior, servindo àquilo a que viemos" pra este planeta de aprendizagem, é que a realização vêm...
Desejo pra todos vocês que este texto proporcione um repensar sobre as profissões , escolhas, identificações etc...
Boa semana, e , feliz por aqui estar novamente.
Tais

domingo, 3 de novembro de 2019

A Importância de Honrar e Respeitar sua Luz e Sombra

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Quando trabalhamos o Coaching com linguagem Ericksoniana chegamos a lugares muito profundos, chegamos à nossa luz e sombra. Esses lugares que acessamos promovem um riquíssimo processo de autoconhecimento. Contudo, embora o autoconhecimento seja uma das mais enriquecedoras experiências humanas, essa é, também, extremamente forte e, por vezes, dolorosa, pois à medida que procuramos nossa luz encontramos também nossa sombra.

Luz e sombra são metáforas para dar sentido à nossa dualidade existencial. Há muitas teorias e filosofias que lhe dão outros nomes, talvez a versão mais conhecida dela venha da tradição oriental: o yin e yang. Todas essas versões duais nos fazem entender que somos, ao mesmo tempo, pessoas maravilhosas e pessoas ruins. Que somos seres iluminados, mas também sombrios.

Luz e Sombra

Nossa dualidade não está escondida. Ao contrário, ela está exposta e as pessoas a veem com muita clareza. Nós, no entanto, temos dificuldade em enxergar essas nossas características. Alguns enxergam apenas a sua luz e veem nos outros apenas sombras. Outros enxergam em si apenas sombras e não conseguem encontrar seus potenciais, sua bondade, sua luz. Em ambos os casos há um problema a ser enfrentado.

Entenda que nossas sombras fazem parte de nós. É muita ingenuidade de algumas pessoas quererem se desligar de suas sombras, acabar com elas, eliminá-las. Nossas sombras são parte de nós e da nossa personalidade. Temos, antes, que aprender a lidar com essas e nunca deixar que sejam predominantes nas nossas relações intra e interpessoais.

A Importância de Honrar e Respeitar sua Luz e Sombra

Sobre isso, há uma frase extremamente útil para pensarmos. No livro Efeito sombra,   Deepak Chopra afirma que: “O primeiro passo para derrotar nossa sombra é abandonar todas as expectativas de derrotá-la […] quem falar em vencer já perdeu”.

Isso ocorre porque fomos criados para acreditar que o “bem vence o mal”, mas quando falamos da constituição humana esse “mal” não é uma figura a ser derrotada, vencida, mas integrada, compreendida, já que ela nos constitui.

Não há vitória do bem contra o mal. Nesse caso, o bem jamais vencerá o mal, porque esse mal também faz parte de nós e precisamos integrá-lo em nosso ser. É um conflito que só se vence com a integração, nunca com a separação.

A alma humana é um lugar de ambiguidade, contradição e paradoxo. Por isso, o inconsciente e o transcendente são tão cercados de mistérios, porque para compreendê-los é preciso cessar todo o julgamento e encarar o que chamamos de “mal” de uma nova forma. Por isso, o termo “sombra” é mais adequado, porque “sombra” e “mal”, aqui, não são exatamente sinônimos. Todos nós temos sombras. Você já viu algum homem sem sombra?

Assim, somos luz, pois somos pessoas maravilhosas, incrivelmente capazes, bondosas, amáveis, inteligentes, iluminadas. De outra forma, somos igualmente terríveis, cruéis, muito ruins e obscuros. São nossas polaridades e tudo na vida é dividido em ambiguidades.
Viva em plenitude!

Por mais que tenhamos ao nosso lado pessoas que nos amem e tenham carinho por nós, elas apenas imaginam tudo o que vivemos em nossa essência.

Com isso, quero dizer, que é nosso dever e nosso papel honrar tudo o que fizemos e passamos, pois só nós sabemos os sacrifícios que tivemos de fazer, os sentimentos que se instalaram em nosso peito, os pensamentos que surgiram em nossa mente, a vontade que tivemos de desistir de tudo, e mais ainda, a vontade que tivemos de continuar, de vencer um desafio após o outro, para nos tornarmos os melhores indivíduos que somos hoje.

Além disso, todas as experiências pelas quais passamos também foram fundamentais para nos moldar, nos transformar, implementar as mudanças necessárias em favor das melhorias que precisávamos para sermos ainda melhores. Foram nossos erros, fracassos e frustrações, que nos ensinaram a levantar, lidar com as adversidades e dar a volta por cima como nós mesmos merecemos.

Quando entendemos esta importância, passamos a nos enxergar com mais amor, com mais carinho, sendo menos duros e nos culpando cada vez menos, já que passamos a saber que tudo o que fizemos e fazemos é o que está ao nosso alcance, utilizando os recursos internos e externos que temos.

É por tudo isso e muito mais motivos, que se faz importante honrar e respeitar tudo o que foi vivido e o que ainda vai ser vivenciado ao longo de nossa história.

A importância de respeitar sua própria história

Compreendida a importância de honrar e respeitar sua luz e sombra, vou compartilhar algumas dicas de como você pode respeitar sua própria história, para que assim você alcance a plenitude que tanto almeja.
*Seja grato a todas as coisas que acontecem em sua vida diariamente;
*Lembre-se , honre e respeite a história de sua família e onde você veio;
*Quando se sentir desanimado, pegue papel e caneta e escreva a sua história de vida, para que lembre-se sempre de quem você é, o que fez até aqui e o que ainda vai fazer;
*Evite se culpar e julgar excessivamente suas próprias ações, comportamentos e pensamentos;
*Procure honrar e respeitar a história das pessoas ao seu redor, ouvindo-as na essência e evitando todo e qualquer tipo de julgamento;
*Olhe-se no espelho e pratique o amor-próprio;
*Lembre-se a todo momento do quanto você é vencedor;

Coaching: uma poderosa ferramenta neste processo

Um dos grandes ensinamentos que compartilhamos nas formações que realizamos no IBC é exatamente este, honrar e respeitar a sua luz e sombra, e também a sua própria história. Isso porque nós acreditamos que, além de ser um dos maiores poderes de um coach, este é também um dos maiores poderes de todo ser humano que o consegue desenvolver ao longo de sua existência.


Assim, antes de finalizar, quero convidá-lo a conhecer o Coaching, esta metodologia de desenvolvimento humano altamente eficaz, que vai contribuir para o seu crescimento, pessoal e profissional, bem para o seu processo evolutivo, trazendo ainda mais melhorias para a sua vida de maneira geral.

Por meio de suas ferramentas e técnicas, as pessoas que participam de cursos como o PSC, têm a oportunidade de desenvolver com maestria o seu processo de autoconhecimento, potencializando, assim, suas capacidades e habilidades, no sentido de continuar construindo uma história de sucesso.

E você? Quer ser a melhor pessoa que você pode ser? Então Ouse ir além!

E Lembre-se de Sempre se lembrar de nunca Esquecer:

Somos resultados de nossas próprias escolhas!

Conheça e viva suas polaridades de forma equilibrada, emanando sua luz e não se deixando vencer por suas obscuridades. Honre e respeite sua luz e sombra.  
Jose Roberto Marques - https://www.jrmcoaching.com.br
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Volto a repetir aquilo que sempre enfatizo: busque, busque, busque!
Existem muitas alternativas que nos proporcionam crescimento e a partir do momento que "me abro" para querer, a oportunidade se apresenta, exatamente de acordo com aquilo que necessito.

Gostaria de comunicá-los que estarei ausente este mês. Em dezembro estarei de volta todos os domingos, como o faço há 8 anos.
Gratidão aos que me leem semanalmente, escrevem e enriquecem a minha aprendizagem.
Bom mês à todos. Abraços
Tais